DIANTE DA MORTE
(Flor da Morte)
Diante da morte não sou de água
nem sou de vento, mas de pedra.
Órbitas fugidas de estátua,
boca cerrada de quem nega.
Rudes cadeias me restringem
corda entrançada no pescoço,
fosco cílio em torno aos rins
ossos fundidos uns nos outros.
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